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A mostrar mensagens de Abril, 2008

IV Concurso Literário da EBI c/ JI Fialho de Almeida de Cuba

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Histórias de Fadas Para concorreres, só tens que ler o regulamento (está no link do bibliomagazine, em http://bibliomagazineebicub.no.sapo.pt/ ), ler umas histórias de fadas para inspiração, arranjar criatividade e engenho q.b. para escreveres o teu texto, uma ajuda de um/uma professor/a, pais, avós, tios, amigos, .... e enviar o texto para a Biblioteca Escolar. Há prémios, claro. Participa!!!

A Mudança

Chegou Abril! Sentiu-se no ar uma toada de chilreios, canções e perfume de flores. Mistério! Era prenúncio de coisas boas que acalmam as dores e, o memorável dia chegou! Brilhou o Sol e tudo mudou! Ninguém sabia o segredo que se formou na mente, d'alguém que tirou do Degredo, Corações sofredores! Torturados! Humilhados! espancados sem dó, por carrascos sanguinários que oprimiam o povo, lhes tolhiam os movimentos e as palavras de protesto que saíam dos lábios mudos, onde o medo e a opressão reprimiam, o grito de horripilante verdade, por detrás de grades e grilhetas de Dor. E foi através do vermelho de uma Flor, que surgiu dum cano de fogo, por entre balas de Alegria, de milhares de cravos vermelhos e pombas brancas, que se ouviu o tão esperado grito .... LIBERDADE! LIBERDADE! 23 de Abril de 2008 Natália Fialho

Era uma vez....

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Os alunos do Pólo de Educação Pré-escolar de Faro do Alentejo realizaram um projecto de Produção de texto e, a partir de imagens, criaram a seguinte história: Era uma vez um que vivia num rio. A mãe tinha ido buscar comida e o resolveu ir à procura dela. Foi andando e chegou à floresta e viu um que estava a tentar caçar a mãe. A mãe fugiu a voar, o escondeu-se e o não o viu. O esperou que o se fosse embora e depois foi andando e encontrou uma e comeu-a. Foi andando de volta ao rio e lá viu um que uma mulher que lá tinha estado a lavar a roupa se tinha esquecido. Vitória, vitória, acabou-se a história!

Já Março era passado

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Já Março era passado Já Abril ia terminar Quando o facho da esperança Fez outro facho recuar Nas ruas insuspeitas De movimentos revolucionários Dormia a cidade, cândida. Quem o pleito fez avançar? Quem ousou dar a esperança Aos homens deste povo amordaçado? Chegaram os capitães de Abril Onde outros não tinham ousado! Pelos ares troou um não Ensurdeceu a ditadura, o passado, Fez-se Abril novo, recomeçado! Depois de Abril, Depois do adeus, Deposto o facho obscuro, Fez-se Abril luz, renovado. Vem o dia e vem novo, Como nunca os homens deste país O tinham achado. Com gritos de liberdade, Com cantos de gáudio, porque Abril nos deu A certeza de um novo dia, Um futuro iluminado. Uma Homenagem à Revolução dos Cravos - FA