O PRÍNCIPE CHORÃO - Um título, diferentes versões

Há muito, muito tempo num reino muito distante, aconteceu uma coisa muito esquisita.
Neste reino existia um lindo castelo onde morava o rei, a rainha, o irmão do rei que tinha inveja do seu irmão porque queria ser ele o monarca e todos os empregados necessários ao rei.
Certo dia, ao pequeno-almoço, o rei demonstrava uma alegria enorme e, como a família real estava toda reunida à mesa, decidiu dar a novidade que a rainha estava à espera de filho.
O irmão do rei não ficou nada satisfeito com a notícia e foi apressadamente ter com a sua amiga Mádá que era uma fada má, para preparar um feitiço para ser lançado no dia do nascimento do sobrinho.
Passaram-se nove meses e chegou a hora do nascimento do pequeno príncipe.
Ao fim de um mês do nascimento do príncipe, o rei e a rainha decidiram então fazer uma festa para mostrar o seu filho varão ao povo.
Foi nessa altura que a fada má lançou o feitiço ao pequeno príncipe:”Com o poder do vento, com o poder do mar, vais passar a vida toda a chorar…”
Nesse momento o príncipe começou a chorar e permaneceu assim durante muitos anos.
O rei e a rainha percorreram terras e terras à procura de alguém que quebrasse o feitiço.
Até que encontraram uma fada boa. Contaram-lhe toda a história do seu filho e pediram-lhe que encontrasse uma solução para o príncipe deixar de chorar.
A fada disse-lhes que era fácil quebrar o feitiço, bastava o príncipe encontrar uma princesa por quem apaixonasse.
O rei e a rainha, a partir daí começaram a realizar bailes, convidando as princesas de outros reinos vizinhos para ver se o príncipe se apaixonava por uma delas. O que não era tarefa fácil, pois o príncipe apesar de ser bonito estava sempre a chorar.
Num desses bailes, chegou uma princesa muito bonita de quem o príncipe não conseguia desviar os olhos, o coração batia mais forte, os seus olhos brilhavam e no seu rosto nascia um sorriso em vez de lágrimas.
O feitiço tinha sido quebrado!
O príncipe e a princesa casaram e foram felizes para sempre.

Inês Pinto 6º B

Era uma vez um príncipe que tinha um castelo ao pé da floresta. Lá perto, havia uma casinha de pessoas muito pobres, onde esteva uma menina muito bela, mas era tão pobre que se sentia sempre triste.
O príncipe, ao vê-la, pensou logo que ela havia de ser a sua mulher e começou a falar com ela. Mas a menina fugiu para casa, pois tinha vergonha de ser tão pobre e do príncipe estar a falar com ela.
Mas ele tanto insistiu que acabou por fazer dela uma princesa.
Casaram e tiveram um filho muito lindo, mas tão chorão que a sua mãe o baptizou como o Príncipe Chorão.
O príncipe foi crescendo e sentindo-se muito infeliz com o nome que lhe tinham dado. Todas as princesas que ele conhecia não gostavam dele por causa do nome.
Até que um dia, andando a passear, conheceu uma menina que não era da nobreza. Ela não se importou do seu nome, apaixonou-se e tornou-se princesa, casando com o Príncipe Chorão.
Assim, o Príncipe Chorão conseguiu ter muita felicidade.

FRANCISCO SEVERO 6 B

Por volta do século XVI, nasceu em Castro Marim, num quarto de um lindo castelo, um príncipe. Os seus pais eram D.Ramiro e D.Flor, um casal muito divertido e feliz; ele Espanhol e ela Portuguesa.
O príncipe era muito simpático e estava sempre a sorrir, toda a corte Espanhola e Portuguesa o queria ver, todos diziam que era o bebé mais simpático que já tinham visto.
Até que um dia, quando o menino tinha dois anos, uma senhora Espanhola, que se dizia ser uma fada muito má e poderosa, foi visitar os reis.
Quando viu o menino, a fada má roeu-se de inveja, pois ela tinha um filho, muito, muito feio. Com a sua varinha invisível tocou no pé do príncipe, que ria alegre e feliz.
A fada má foi-se embora e tudo parecia normal mas...no dia seguinte os reis ficaram surpreendidos quando o seu filho, sempre alegre e feliz, chorava por tudo e por nada. Pensaram que estava doente, pensaram que tinha febre, até que se lembraram de chamar o velho sábio, que vivia numa cabana junto ao Guadiana, talvez ele os pudesse ajudar.
O velho sábio, ao olhar para o príncipe disse:
- Ele foi enfeitiçado por uma fada minha conhecida.
Ele sabia isto, porque se notava um risco preto no olho do bebé, e esse era o sinal da magia da fada.
O velho sábio foi ao seu velho livro de feitiços, encontrar a solução para o problema. Depois de muito reflectir, disse aos reis:
- A fada má é muito poderosa e o seu feitiço foi transformar o príncipe num chorão, até que complete dez anos. Mas se os reis quiserem posso estalar os meus dedos e fazer passar estes mesmos dez anos num segundo.
Os reis concordaram e rapidamente os reis envelheceram, e o príncipe tinha agora doze anos e era alegre e feliz.
Ana Pernicha- 6ºB

Em tempos passados, na Terra Feliz, o Rei e a Rainha estavam muito desiludidos por não poderem ter um filho.
Com a tristeza do Rei e da Rainha, a Terra Feliz, também ia ficando triste.
Ao ver a sua terra naquele estado, uma velha feiticeira milagrosa e com fama de vidente, decidiu satisfazer o desejo do Rei e da sua esposa.
Dias depois, bateram à porta do castelo, e quando o criado foi abrir, não estava ninguém, excepto um berço com um bebé lá dentro.
Os Reis, ficaram ambos muito contentes, pois o bebé era lindo, tinha olhos azuis, era loiro e ainda por cima tinha um sorriso muito bonito. Ao verem o bebé, nem se lembraram como veio ele ali parar, nem de onde vinha.
Meses depois, a criança não parava de chorar e já nem era tão bonito, pois estava bastante vermelho e de tanto chorar até o cabelo loiro já lhe caíra.
O Rei e a Rainha já estavam sem ouvidos de tanto o ouvir chorar e com estes acontecimentos os Reis já nem governar conseguiam e a Terra Feliz, já não e o que era.
A Feiticeira, já não sabia o que fazer, só restava uma solução: destruir o feitiço e foi o que ela fez. No Palácio, os Reis viram o Príncipe desfazer-se em pequenos grãos de pó.
Desde aí, a Terra Feliz voltou a ser o que era e a Rainha e o seu marido nunca mais pensaram em filhos.

Mónica 6ºB

Era uma vez um palácio, muito muito distante daqui, onde vivia um rei e uma rainha que tinham sete filhos.
Era o Barlete que adorava omoleta, a Brenda que dava prendas, o Santar que gostava de cantar, a Pauleta que apanhava borboletas, o Gabão que fazia pão, a Barama que não saía da cama.
O filho mais novo deste casal estava sempre a chorar, era o Zabão. Uns dias chorava porque não tinha fome, outros porque queria passear.
Chamavam-lhe o chorão, mas estes pais não sabiam o que lhe fazer.
Num desses dias, estava o Barlete a comer a omoleta, a Brenda a dar prendas, o Santar a cantar, a Pauleta a apanhar borboletas, o Gabão a fazer pão, a Barama na sua cama e o pobre do Zabão, trancado no quarto, a chorar.
Desta vez, estava triste porque não tinha uma noiva.
Ouvindo isto, o seu pai organizou um concurso das princesas mais bonitas daquela terra para que aquela que o seu filho escolhesse, fosse a sua noiva para sempre.
O Zabão, pela primeira vez sorriu e no dia seguinte, o palácio encheu-se de princesas muito bonitas.
Sentaram-se todas numas cadeiras forradas em ouro.
Durante o baile, ele dançou com todas e no final, o Zabão já tinha escolhido a sua noiva, era a Clarinda, filha do rei Sinésio.
Ele, ao vê-la, foi pedi-la em casamento.
Nesse dia, do casamento, o Barlete deixou de comer omoleta, a Brenda deixou de dar prendas, o Santar deixou de cantar, a Pauleta não apanhou mais borboletas, o Gabão deixou de fazer pão, a Barama saiu da cama e o Zabão não mais chorou, muito pelo contrário, ele só sorria.
E foram muito felizes, naquele palácio.

Ana Baião 6ºB

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