Um Mundo Bonito - Um título, tantos textos diferentes!

Estava um dia lindo e eu fui passear o meu cão.
Ia quase chegando à minha porta, quando apareceu uma nave espacial. Saiu lá de dentro uma criatura verde, com olhos laranja e duas antenas na cabeça, veio cá abaixo buscar-me e meteu-me lá dentro.
A nave era espectacular, tinha quartos, casa-de-banho, cozinha e até um campo de jogos.
Eu estava muito assustada, para onde é que aquelas criaturas me iriam levar? Levei três horas de viagem e depois cheguei a um sítio lindo.
Parecia um Mundo fantástico, onde o sol brilhava muito, mas só quando desci da nave, percebi que estava mesmo num Mundo maravilhoso.
Depois, fomos para uma casa gigantesca, era mesmo grande e muito bonita!
Chegou a noite, dormimos numa cama em separado e, de manhã, fomos passear para um jardim que tinha flores coloridas, pássaros amarelos, árvores verdinhas e dois baloiços de madeira.
Estava no Mundo mais bonito de sempre, onde o ar era muito puro e fresco.
Após alguns minutos, chegou outra nave e sabem quem vinha lá dentro? O meu cão, com mais um grupo daquelas criaturas verdes.
Ele estava muito assustado, nem sabia onde estava, mas passado um bocadinho, ele acalmou-se.
Naquele Mundo, habitavam pessoas que estavam felizes com o sítio onde viviam, brincavam alegremente uns com os outros e tratavam muito bem das suas coisas. Cuidavam dos jardins e ajudavam quem precisasse de ajuda.
Todos andavam de bicicleta e ninguém poluía o ambiente com automóveis.
Eu estava a gostar muito daquele sítio, mas queria voltar para casa.
Já perto do sol-posto, chegou mais um grupo daquelas criaturas com uma nave vermelha.
Um deles disse aos outros que me trouxeram, para nos irem levar ao nosso Mundo, porque todos eles tinham uma missão muito importante para cumprir no Mundo da Guerra e que nós não podíamos ir. Então, pegaram em nós, meteram-nos na nave vermelha e levaram-nos para o nosso Mundo. Ficámos na nave três horas e quando chegámos, eu e o meu cão, demos um salto para baixo e caímos ao pé da nossa porta.
Só que depois, acordei com a minha professora a chamar-me:
- Acorda! Adormeceste na aula! Vamos prestar atenção!
Aí percebi que estava enganada, não passou tudo de um sonho, num Mundo muito bonito.

Ana Baião-6ºB

Numa noite de lua cheia sonhei que o mundo era bonito.
Não havia sinais de crianças e até mesmo adultos a irem procurar comida aos baldes do lixo, porque tinham muita comida.
Não existiam guerras, raptos e assaltos, porque éramos todos muito amigos, não havia pessoas más e não precisávamos das coisas dos outros. Não havia acidentes de carro, de autocarro, de avião, de barco e nem de comboio, porque não havia perigo algum nas estradas, nos mares…E todas as pessoas cumpriam as regras.
Também não existia poluição, porque as pessoas não deitavam lixo para o chão, rios ou mares, havia carros, aviões e barcos que não poluíssem a atmosfera.
Todos os doentes eram socorridos sempre que era necessário.
E aí acordei e reparei que o mundo é totalmente diferente do que eu gostaria que fosse.

Ana Margarida-6ºB

Era um vez um pais que estava dividido em duas partes, que reinava em cada parte o seu rei. Uma delas era muito triste, enquanto a outra era tão alegre que não passava um dia sem se fazer uma festa. Até que um dia o rei da parte alegre decidiu fazer uma surpresa à outra parte. O rei pensou em fazer em festa para que as duas partes se unissem, e voltassem a ser de novo um pais como todos os outros. Mas o rei da parte triste era tão orgulhoso que queria ser ele a governar a sua parte sozinho. Então o rei da parte alegre não teve outra solução se não juntar os povos de ambas as partes e confrontar o rei da parte triste, mas o rei não conseguiu agir com aquelas pessoas todas e tomou uma decisão, continuou com o seu orgulho e disse não. O rei da parte alegre e os povos de ambas as partes juntavam-se todos os dias para prepararem um plano e tentar que o monarca teimoso dissesse sim. Mas o seu orgulho era tão grande que a sua palavra tinha de sempre a mais importante. Mas um dia, o rei pensou que para ter o seu povo de volta tinha de tomar medidas. E pensou durante muito tempo. Nesse tempo decidiu que teria de dizer sim. Então foi dizer ao rei da parte alegre que tinha tomado uma decisão, e que mandasse reunir os dois povos. De muito falarem, o rei disse que a sua decisão era que podiam voltar a ser um país como todos os outros, mas com uma condição: fizessem uma festa por semana e não todos os dias.
Nesse dia, fizeram a melhor festa que poderiam ter feito e tornaram-se os melhores amigos.
Bruna Cruz 6ª A

Era uma vez uma menina muito bonita que se chamava Beatriz, ela achava o mundo bonito, achava tudo maravilhoso.
Ela achava o que ninguém achava, quando as outras pessoas diziam que era horrível, que nunca tinham visto uma coisa assim tão feia, a Beatriz conseguia encontrar sempre alguma coisa bonita.
A Beatriz dizia que o mundo era bonito, mas seria muito mais bonito se as pessoas tentassem compreender que cada país tem a sua maneira de fazer as coisas, a sua maneira de falar, a sua maneira de escrever. Também dizia que para se ser muito feliz, as pessoas tinham que gostar e tolerar os outros.

Catarina Bicho 6ºA

Já repararam como o mundo é bonito?
Quem criou o mundo foi Deus e quando o fez, criou as coisas mais belas.
Mas, para que o mundo continue a ser bonito temos que esquecer as guerras e pensar na paz e no amor.
Neste mundo bonito, com o azul do mar, o verde dos campos e os passarinhos a cantar, tudo é um encanto.
Há no mundo milhões de pessoas que vivem em cidades lindas, onde tudo que as rodeia é muito bonito. Eu se pudesse partir num avião, iria correr o mundo, onde há coisas muito bonitas para se ver. Iria conhecer outras crianças, outras pessoas, outros sítios, onde houvesse felicidade e onde tudo fosse verde, florido, onde houvesse monumentos importantes, onde houvesse paz e amor.
Assim vivia sempre num mundo bonito.

FRANCISCO SEVERO 6ºB

Para mim, um Mundo Bonito seria um mundo sem guerras e onde todas as pessoas se dessem bem e tivessem tudo o que é necessário para terem uma vida digna.
Um Mundo Bonito também seria um Mundo onde a paz dominasse e não num Mundo onde a fome existe e onde as pessoas se matam umas às outras por dinheiro.
Todos nós temos o dever de ajudar os mais pobres, quer pessoalmente ou através de associações ou entidades que prestam apoio a estas pessoas. Pois um pequeno gesto que pensamos que não irá fazer a diferença, pode fazer nascer um novo sorriso no rosto de alguém.
Basta que cada um de nós contribua para esta causa, para assim tornarmos o nosso Mundo cada vez mais bonito.

Inês Pinto -6º B

Era uma vez duas ilhas. Uma tinha sido transformada numa ilha sem alegria, os seus habitantes não podiam falar, correr, saltar, rir e brincar. Em todos os cantos e recantos havia cartazes a dizer SILÊNCIO, pois se alguém fizesse algum barulho ia logo para a masmorra.
Na outra ilha era tudo diferente, era governada por um rei muito alegre e brincalhão. A ilha estava sempre animada com decorações e era muito alegre e muito bonita, tinha jardins enormes cheios de árvores, flores e baloiços para as crianças brincarem.
Todos os fins-de-semana havia grandes festas para comemorar os dias e os anos em que a ilha se tem tornado cada vez mais bonita. Até que chegou um dia em uns meninos da outra ilha começaram a ficar muito tristes pois gostariam que a ilha onde eles viviam, também fosse tão bonita e alegre como a outra ilha. Até que um menino disse:
-Nós temos de fazer qualquer coisa!
-Sim. Mas se o rei descobre, estamos feitos!
-Tenho uma ideia!
-Qual é a tua ideia?
-A minha ideia é pormos a boneca de trapos falante no mar e de certeza que eles descosem a sua boca e ela diz o que se passa.
-Sim, mas sabes se ela vai lá parar?
-Tenho a certeza. Todas as coisas que deito para o mar vão para lá.
-Então, vamos lá a isso!
E assim fizeram. No outro dia, os meninos da outra ilha apanharam a boneca de trapos, limparam-na, enxugaram-na e descoseram a sua boca.
Quando a descoseram, ela abriu os olhos e contou-lhes o que se passava. Rapidamente, foram pedir ajuda ao rei. Logo de imediato, o rei foi chamar a sua feiticeira que descobriu a cura para a tristeza e foram logo para a outra ilha. O feitiço tinha resultado! As pessoas ficaram tão contentes que fizeram uma festa para comemorar a transformação da ilha que agora era bonita e alegre.

Margarida Nunes 6ºA
Há muitos anos atrás, quando ainda não havia pessoas, existiam na terra uns seres, que pareciam gnomos, mas muito mais pequenos e activos, eram peetis.
Os peetis, como eu já tinha referido, eram muito activos, por isso estavam sempre a organizar actividades divertidas e em que toda a gente pudesse participar.
O Rei da Terra era muito simpático e naquela altura a Terra não estava dividida por países, não tinha qualquer divisão. Ao contrário do que é agora, os peetis não se davam mal com ninguém, pois eram seres respeitadores, trabalhadores e educados.
Os peetis como nós, também andavam na escola, aliás, eram seres muito inteligentes e espertos.
No meio de tantos peetis havia um, em especial que era órfão, mas que se integrava perfeitamente. Esse peeti chamava-se Tofy era muito esperto e bastante simpático e já tinha ganho várias medalhas, nas competições de corrida, pois o Tofy era bastante rápido.
Quando vieram os homens, já há muito tempo, os peetis tiveram de se refugiar nas florestas.
Há pessoas que dizem que ainda existem, mas isso eu não sei, porque ainda não vi nenhum.

Mónica 6º B

Há muito tempo, num país muito distante do nosso, havia uma menina chamada Joana, que vivia num mundo onde havia guerra.
Ela sonhava todos os dias, como seria viver num mundo sem guerra, sem assaltos, sem mortes… Por assim dizer, num Mundo Bonito.
Um dia, quando Joana estava a dormir, sonhou com um mundo muito bonito. Sonhou que tinha viajado para outra dimensão. Quando chegou à outra dimensão, tinha aterrado no meio de um planeta chamado Zarta.
Ali as coisas eram completamente diferentes! Não havia guerra em nenhuma parte de Zarta. As crianças brincavam sozinhas nas ruas sem medo que as raptassem, nenhuma loja ainda tinha sido assaltada e nem tinham alarmes…
Mas não pensem que a Joana andou só a visitar o quanto maravilhoso era Zarta. Passado algumas horas de ter chegado a Zarta, a Joana foi abordada por uma menina muito simpática, chamada Zartine que lhe perguntou com um ar muito intrigado:
- Tu não és deste mundo pois não?
- Não, não sou. Sou do planeta Terra!
-Ah! Eu já lá fui, mas não gostei muito. Era um planeta muito violento e muito poluído, nada que se compare com Zarta!
- Tens razão Zartine, eu também não gosto muito do planeta, ele é muito violento. Foi por isso que eu pedi um desejo.
- E qual foi? – perguntou Zartine, muito curiosa.
- Foi viver num planeta sem guerra, como Zarta. Só que eu estava à espera que guerra na Terra acabasse, em vez de vir para outra dimensão.
- Pois! Mas não te preocupes com isso. Em Zarta há muitas coisas divertidas para fazer.
Passado uma semana da Joana estar em Zarta, já sabia cozinhar as receitas zartanas, jogar os jogos típicos zartanos e alguns jogos eram parecidos com os do planeta Terra. Mas Joana também ensinou algumas coisas da Terra!
De repente, Joana ouviu: clic, clic, clic…
E viu as imagens a ficarem cada vez mais longe.
Era o seu despertador que a estava acordar!
Quando Joana acordou, foi a correr para a janela do seu quarto, para ver se a guerra já tinha acabado, ou se estava afinal no planeta Zarta.
Mas, ao olhar para a janela, viu que não estava no planeta Zarta e que a guerra ainda não tinha acabado! Então, a menina ficou muito triste e chorou desalmadamente...
Passada uma semana, quando Joana foi às compras, encontrou um Sábio muito velho que lhe disse:
- Minha querida, porque estás tão triste?
Então, a Joana contou-lhe a sua história e o desejo que tinha pedido.
O Sábio, muito surpreendido, disse:
- Minha querida, em vez de estares aí a chorar pelos cantos, porque é que não vais tentar acabar com a guerra? Era muito melhor, do que estares aí tristinha.
- Tem razão, meu senhor, eu vou fazer isso mesmo!
Passados alguns dias, quando o general do exército recebeu a carta da Joana com sete milhões assinaturas, a pedir que acabasse com a guerra, apercebeu-se do quanto as pessoas estavam descontentes e acabou com a guerra.
A partir daquele dia, Joana sentiu-se a rapariga mais feliz do mundo! Agradeceu com muitas mesuras ao Grande Sábio que a ajudou a ultrapassar os seus problemas e a escrever a carta que acabou com a guerra daquele país.
Moral da História
Nunca vires as costas aos teus problemas, enfrenta-os de cabeça erguida. Acabarás por encontrar a solução!

Ana Rita Pereira Almeida Vieira 6ºA

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