Poemas em -ez/ Poemas em -az
















Poemas em –ez






A Inês
Sabe falar Inglês,
Francês
E até Chinês.

Encontrou um gato maltez
Que fugiu do seu dono chinês.
Ele queria aprender o número três.
Falou com a Inês
Que lhe ensinou o três
E talvez
A falar Inglês,
Francês
E Chinês.

Diogo São Braz, 5º A


O gato maltez
Bateu à porta de um japonês
Para falar Francês
Mas o japonês
Respondeu em Chinês
E o gato maltez
Arrependeu-se do que fez.

O gato maltez
Fez chichi num chão de grés
As meninas molharam os pés
E os meninos perderam os bonés.

Um, dois, três
Agora é a vez
Do gato maltez
Jogar xadrez
Com um chinês
Mas só desta vez.

Miguel Ferreira, 5º A
Bom dia, senhora Inês
Como vai o seu gato maltês?

Já aprendeu a falar Francês
Inglês
Japonês
e Chinês.
Ele já joga xadrez
E sabe escrever o número três.
É um gato esperto, talvez.

Digam-me então vocês
Se ele será talvez
Um gato com lucidez.

Ana Clara Zorro, 5º A



A Inês Maltez
Joga xadrez
Mas em Chinês.

A Inês Maltez
Leu um livro em Português
Mas traduziu para Francês.

A Inês Maltez
Tem aulas de Inglês
Não com um professor, mas com três.

A Inês Maltez
Viu um gato japonês
Mas com ar de irlandês.

Helena Vasco, 5º A

Quem este poema fez
Não terá a mesma ideia outra vez
Porque isto de acabar em –ez
É complicado, não vês?

Era uma vez
Uma grande maltez
Que era chinês,
Filho de um português,
Mas que falava Francês.
Um dia roubou uma galinha perdez
Que punha um ovo de cada vez.
Correu então o camponês
Para apanhar o maltez
Que de uma só vez
Apanhou três.
E assim acabou de vez
A história do maltez.

João Santos, 5º B Era uma vez
Um gato maltez
Que tocava piano e falava Francês.
Ficava em casa uma vez
E outras ia à da Inês.
Quando saiu viu um chinês.
Certa vez
Rasgou uma ficha de Inglês.
Viu o que fez
E foi outra vez
À casa da Inês
Mas encontrou a Mercês.
Voltou para casa às vinte e três
Deitou-se com o gato maltez
E até contou memés.

Miguel Militão, 5º B


Na Serra do Gerês
Encontrei um Francês
Que me deu uma vez
Um jogo de xadrez.

Com o gato maltez
Um dia talvez
Voltaremos ao Gerês
Para visitar a Inês.

Tenho uma camisola xadrez
Ofereceu-ma um irlandês
Um dia será talvez
Também a minha vez.

Diogo Soudo, 5º B

A menina Inês
Com o seu gato maltez
Que tocava guitarra e falava Francês
Foram a um concurso uma vez.

E o gato da senhora Mercês
Miava, pulava como o gato maltez.
A menina Inês
Falava também Inglês
E ensinou ao seu primo que era camponês.

Beatriz Filipe, 5º B





Poemas em - az

O que agora aqui se traz
É o poema da Maria da Paz.

É uma menina que gosta do que faz
Assusta os rapazes, zás-trás
Pois é uma Maria rapaz.
Ela cai e traz
O seu irmão atrás.
Este é um bom rapaz
Que tem muitas muitas pás.
Ela fez um cartaz
Com um grande ananás
E todos viram que ela foi capaz.

Afinal também sou perspicaz
A fazer rimas em –az.

Jessica Carvalho, 5º A



Deixa ver como se faz
Um poema acabado em –az.
Os lápis são as pás
E no papel…zás-trás-prás!
Se te enganas, põe no cabaz.
E voltas para trás.
Exponho as minhas ideias de uma maneira assaz.
O que terás
É o poema do ananás.

Ana Sofia Barata, 5º A


Trás, cataprás
Come o Tomás
Uma fatia de ananás
Num copo de cartaz.
Põe o pé atrás
E trás, trás, trás.
No dia seguinte foi à feira da Paz
Comprou um cabaz
Com um ananás
Porque ele era um ás
No amor e na paz.
Há uma hora atrás
Comeu Bacalhau à Brás.
O Tomás
É um menino eficaz.
Mas o gato do Tomás
Fez miau e zás!
Caiu em cima do cartaz.
Coitado do Tomás!

Maria Luísa Alvarenga, 5º APoemas em –az

Era uma vez um rapaz
Que se considerava um ás.
O nome dele era Tomás.

Certo dia o Tomás
Quis apanhar um ananás
Saltou e… zás, catrapaz…
Caiu para trás
O menino Tomás
Que se considerava um ás.

- Ah, Menino Tomás! –
Gritou o avô Barrabás. –
Levanta-te que és capaz!
Afinal o avô do Tomás
Levava um cabaz
Com um ananás.
E lá foi o menino Tomás
Com o seu avô Barrabás
Em paz!
O que agora aqui se traz
É o poema da Maria da Paz.

É uma menina que gosta do que faz
Assusta os rapazes, zás-trás
Pois é uma Maria rapaz.
Ela cai e traz
O seu irmão atrás.
Este é um bom rapaz
Que tem muitas muitas pás.
Ela fez um cartaz
Com um grande ananás
E todos viram que ela foi capaz.

Afinal também sou perspicaz
A fazer rimas em –az.

Jessica Carvalho, 5º A


Deixa ver como se faz
Um poema acabado em –az.
Os lápis são as pás
E no papel…zás-trás-prás!
Se te enganas, põe no cabaz.
E voltas para trás.
Exponho as minhas ideias de uma maneira assaz.
O que terás
É o poema do ananás.

Ana Sofia Barata, 5º A

Trás, cataprás
Come o Tomás
Uma fatia de ananás
Num copo de cartaz.
Põe o pé atrás
E trás, trás, trás.
No dia seguinte foi à feira da Paz
Comprou um cabaz
Com um ananás
Porque ele era um ás
No amor e na paz.
Há uma hora atrás
Comeu Bacalhau à Brás.
O Tomás
É um menino eficaz.
Mas o gato do Tomás
Fez miau e zás!
Caiu em cima do cartaz.
Coitado do Tomás!

Maria Luísa Alvarenga, 5º A
Ana Vasco, 5º A

O que agora aqui se faz
É o poema do Tomás.

Carapau que come gás
Pardal com penas de pás
Plantas só pessoas más
Litros de rimas em –az
E escamas de ananás
E o golo que ele não faz
E muitos peixes de lilás
Nas letras de um cartaz.
Um capote de paz
E mais três litros de lilás
E dois olhos de um rapaz
E duas folhas de um cartaz
Num só dente de trás.

Tudo só porque tu quererás
Fazer rimas ao Tomás
Sem conhecer esse ananás.

Maria João Ortega, 5º A


O meu amigo Tomás
É um bom rapaz
Muito eficaz
Que come Bacalhau à Brás.

Um dia o senhor Brás
Apareceu e…zás
Comeu tudo ao rapaz
Chamado Tomás.

Diogo Pires, 5º B

Vem aí o senhor Brás
Que comeu um ananás
Que lhe trouxe num cabaz
Uma prima de Monsaraz.

Vem aí o Tomás
Com um ar muito capaz
De fazer rimas em –az.

Gosto muito do Tomás
Porque ele é um bom rapaz.
E agora adeus e paz
Que eu tenho de ir buscar o gás.

Maria Fragoso, 5º B É difícil fazer uma rima em –az
Nem toda a gente é capaz
É preciso ser perspicaz
É como fazer Bacalhau à Brás.
Acompanhá-lo com ananás
Para assim ficar capaz
De ser comido pelo rapaz.
E assim verás
Que serás capaz
De fazer um cabaz
Com palavras em –az.
Se não fores eficaz
Vai até Monsaraz
E lá encontrarás
Um cartaz.
Se não o vires volta para trás
Que no fim acabarás
Por ser capaz
De fazer rimas em –az.

Margarida Ameixa, 5º B

O que agora aqui se faz
É o poema do Brás.

Carapau que come paz
Pardal com penas de ás
Plantas de cor lilás
E escamas de ananás
E o golo do rapaz
E muitos peixes no cabaz
Nas unhas de tenaz
Um capote eficaz
E mais três litros de aguarrás
E mais olhos de cartaz
E duas folhas lilás
Num só dente capaz.

Tudo só porque fui eficaz
Ao fazer rimas ao Brás
Sem conhecer o rapaz.

Irina Botelho, 5º B





O meu amigo Tomás
É um bom rapaz
Muito eficaz
Que come Bacalhau à Brás.

Um dia o senhor Brás
Apareceu e…zás
Comeu tudo ao rapaz
Chamado Tomás.

Diogo Pires, 5º B

Vem aí o senhor Brás
Que comeu um ananás
Que lhe trouxe num cabaz
Uma prima de Monsaraz.

Vem aí o Tomás
Com um ar muito capaz
De fazer rimas em –az.

Gosto muito do Tomás
Porque ele é um bom rapaz.
E agora adeus e paz
Que eu tenho de ir buscar o gás.

Maria Fragoso, 5º B

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